Marcello Lippi e Raymond Domenech foram finalistas da última Copa do Mundo com Itália e França e, ao contrário do que muitos tifosi e supporteurs pediam, os técnicos deixaram alguns grandes jogadores, os chamados “medalhões”, de fora do Mundial e o resultado o mundo inteiro conheceu nesta semana.
“Gli Azzurri” e “Les Bleus”, “os azuis” nas respectivas línguas, não poderão reeditar a final de 2006. Ambas as seleções voltarão para casa mais cedo - a França já voltou – e serão obrigadas a acompanhar o resto da Copa pela Rai e pela TV5.
No caso da Itália, Lippi foi uomo o suficiente para bater no peito e dizer que a culpa é toda dele, pois não soube escalar o time direito. Bela atitude do (ex) treinador italiano, que será substituído por Cesare Prandelli, atual treinador do bom time da Fiorentina.
O treinador campeão do mundo em 2006 deixou de lado algumas peças chave daquela seleção, como Grosso, Materazzi, Totti e Del Piero. Alguns outros, foram convocados mas estrelaram o banco. Foi o caso de Camoranesi e Gattuso – este, começou como titular contra a Eslováquia, em um jogo que a Itália precisava ganhar, vai entender... Já Pirlo e Buffon se machucaram e desfalcaram a seleção parcialmente, enquanto Il Capitano, Fabio Cannavaro, estava em campo, mas não jogando, apenas curtindo a Copa.
Os pobres atacantes Di Natale e Quagliarella, que já jogaram juntos na Udinese, foram colocados em jogo pra valer apenas na última rodada. Di Natale entrou no lugar do quase sempre apagado Gilardino e Quagliarella entrou no segundo tempo, no lugar de Gattuso. Resultado: os dois foram responsáveis pelos três gols italianos do jogo (em um deles, Quagliarella estava impedido).
Já na França, faltou atitude d’homme ao técnico Raymond Domenech. O francês se recusou a cumprimentar o brasileiro Carlos Alberto Parreira, técnico da África do Sul, após a vitória dos Bafana Bafana sobre os Bleus. A acusação de Domenech foi que Parreira havia dito algo do gênero “a França não merecia estar nesta Copa”. E, pelo que o mundo viu, de fato não merecia.
Classificados graças a uma mãozinha de Thierry Henry contra a Irlanda, os franceses quase repetiram a campanha de 2002, quando Zidane e companhia fizeram um ponto e não marcaram nenhum gol em três jogos. A diferença foi que, neste ano, Malouda marcou um gol, contra a África do Sul.
No entanto, Domenech deixou o resposável direto pela classificação francesa para a Copa do Mundo no banco de reservas na maior parte do tempo – Henry atuou no segundo tempo dos jogos contra Uruguai e África do Sul. A aposta do técnico para o ataque titular foi em Govou e Anelka, sendo que Govou mal tocou na bola durante os jogos e Anelka foi cortado, no meio da competição e suas supostas palavras estamparam uma capa histórica do jornal L’Équipe.
Para os segundos tempos, a opção do supersticioso treinador era Gignac, atacante do Toulouse, que serviu como um Afonso Alves na seleção francesa, ou como um Stéphane Guivarc’h, o centroavante que não fazia gols, da França campeã de 1998. Mas Gignac não é o culpado de nada – fez uma boa temporada na Ligue 1, foi artilheiro com 24 gols – o ambiente não estava bom para ninguém na seleção da França.
Com jogadores como Benzema, Nasri e Trézeguet de fora, e sem alguém do calibre de Zidane na equipe, os franceses, mesmo com os badalados Ribéry e Malouda, pouco puderam fazer diante do clima que os assombrava. Restou a eles a volta para casa e a espera pela Copa do Mundo no Brasil de 2014. Se tudo der certo até lá, o técnico será o campeão mundial de 1998, Laurent Blanc.
Portanto, por um Q de insistência e orgulho dos treinadores, Itália e França ficaram na primeira fase da Copa do Mundo de 2010. Vale lembrar que, em 2002, Luís Felipe Scolari bateu o pé até o último minuto e não levou Romário para o Mundial realizado no Japão e na Coreia, do qual o Brasil saiu com a quinta estrela na camiseta. Aliás, muito se falava de Ronaldinho, Ganso e Neymar para este ano e Dunga está na África sem os 3, indo muito bem, obrigado, segundo ele mesmo.
A resposta para as convocações de Dunga e Felipão? Em time que está ganhando, não se mexe!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Empresas visam experiência desde o primeiro emprego
O desemprego é tido como um dos principais problemas no Brasil nos últimos anos e no mês de fevereiro, apesar da taxa ter sido menor do que as expectativas (7,2%, em vez dos 7,7% esperados), não é diferente disso, ainda mais se a faixa etária considerada for de jovens, dos 16 aos 24 anos. Cada vez mais, o mercado de trabalho se torna mais exigente e as empresas pedem mais pré-requisitos e diferenciais, como o inglês fluente obrigatório e o conhecimento desejável em certos programas de computador.
Segundo o estagiário em jornalismo Gabriel Nunes, 20, as empresas usam como primeiro filtro nos currículos a experiência na área ou períodos mais avançados na faculdade, mesmo para um suposto primeiro emprego. O estudante retrata que em alguns processos seletivos dos quais participou os contratados foram pessoas de semestres mais avançados que ele, na época. “Em alguns, nem fui chamado para a entrevista, só pelos filtros iniciais”, ressaltou.
Além do chamado “olho clínico”, outra metodologia muito usada pelas empresas de hoje são as populares dinâmicas de grupo, que consistem em atividades desenvolvidas normalmente para resolução rápida de problemas e criação de soluções inovadoras, para que todos os participantes possam falar em público e expor ideias próprias. Para Gabriel, “as dinâmicas são interessantes, pois acabam com o clima tenso das conversas frente a frente, das entrevistas.”
Já para Thiago Bariani, estagiário recém-contratado por uma empresa do ramo farmacêutico, as dinâmicas tem sua utilidade, sim, mas apenas quando o cargo e as funções a serem realizadas na empresa têm a ver com as atividades desenvolvidas. Para ele, além das dinâmicas, são importantes etapas sobre conhecimentos gerais e específicos sobre os cargos e a sorte também é fundamental, pois, apesar de se saber que as empresas buscam os mais qualificados, nunca se sabe que tipo de perfil é o mais preterido.
Mesmo com opiniões diferentes sobre dinâmicas de grupo, os dois jovens têm um ponto de vista em comum em relação ao que é importante para quem busca o primeiro emprego. Tanto para Gabriel quanto para Thiago, é fundamental que o jovem sempre aumente o leque de conhecimentos com cursos e informação, sempre ressaltando qualidades e pontos fortes. “A dedicação a ser um profissional é um passo para o futuro”, ressalta Thiago.
Segundo o estagiário em jornalismo Gabriel Nunes, 20, as empresas usam como primeiro filtro nos currículos a experiência na área ou períodos mais avançados na faculdade, mesmo para um suposto primeiro emprego. O estudante retrata que em alguns processos seletivos dos quais participou os contratados foram pessoas de semestres mais avançados que ele, na época. “Em alguns, nem fui chamado para a entrevista, só pelos filtros iniciais”, ressaltou.
Além do chamado “olho clínico”, outra metodologia muito usada pelas empresas de hoje são as populares dinâmicas de grupo, que consistem em atividades desenvolvidas normalmente para resolução rápida de problemas e criação de soluções inovadoras, para que todos os participantes possam falar em público e expor ideias próprias. Para Gabriel, “as dinâmicas são interessantes, pois acabam com o clima tenso das conversas frente a frente, das entrevistas.”
Já para Thiago Bariani, estagiário recém-contratado por uma empresa do ramo farmacêutico, as dinâmicas tem sua utilidade, sim, mas apenas quando o cargo e as funções a serem realizadas na empresa têm a ver com as atividades desenvolvidas. Para ele, além das dinâmicas, são importantes etapas sobre conhecimentos gerais e específicos sobre os cargos e a sorte também é fundamental, pois, apesar de se saber que as empresas buscam os mais qualificados, nunca se sabe que tipo de perfil é o mais preterido.
Mesmo com opiniões diferentes sobre dinâmicas de grupo, os dois jovens têm um ponto de vista em comum em relação ao que é importante para quem busca o primeiro emprego. Tanto para Gabriel quanto para Thiago, é fundamental que o jovem sempre aumente o leque de conhecimentos com cursos e informação, sempre ressaltando qualidades e pontos fortes. “A dedicação a ser um profissional é um passo para o futuro”, ressalta Thiago.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ciclo
A data é o dia doze de março do ano de 1988. Nasce Luiz Henrique Ferreira, com descendência portuguesa por parte de pai e indígena por parte de mãe.
Desde cedo - desde os dois anos de idade, para ser mais exato - Luiz já era alguém que gostava de ler. Ainda bem pequeno, foi colocado na escola com os mesmo dois anos de idade e, a partir daí, então, ele sempre foi tido como um bom aluno.
Durante os ensinos fundamental e médio, algumas frustrações ocorreram, como a primeira "recuperação", 5,5 em História, na 6ª série (2000), e o primeiro (e único) zero, em Física, no 2º colegial (2004). Em ambos os casos, houve a volta por cima: a nota nove em História e o primeiro (e único) dez em Física.
Com a ajuda do cursinho, Luiz se descobriu alguém que gostava de gramática, história e geografia. No começo do ano de 2006, a ideia era prestar um vestibular de Matemática. Ideia, esta, que caiu por terra em pouco tempo, com a brilhante alternativa de prestar Letras, movida pela paixão por línguas estrangeiras.
Contrária a esta paixão, estava a aversão às teorias literárias, altamente subjetivas, e aos estudos de linguística, ainda mais subjetivos. Tudo isso se aliou ao fato de a faculdade estar a 434 quilômetros de São Paulo (UNESP, campus Assis), de a cidade ser monótona e praticamente impossível de se arranjar um emprego.
A única coisa interessante eram a leitura e a produção de textos, que motivaram a escolha pelo curso de Jornalismo na volta à Grande São Paulo, para o ano letivo de 2008. As inscrições para a Fuvest já tinham acabado e a Universidade escolhida foi a Anhembi Morumbi, que possui custos não muito acessíveis.
Para ajudar nas mensalidades, Luiz conseguiu um emprego como professor de inglês, antiga paixão. Na passagem de 2009 para 2010, com várias experiências acadêmicas na área de comunicação, como em TV, rádio, webjornalismo e revista, entre outros, e profissionais na bagagem, Luiz procura um estágio na área de Jornalismo.
A data é o dia dois de dezembro do ano de 2009. A empresa é a AES Eletropaulo e o trabalho da vez é uma autobiografia, que começa em doze de março, de 1988, quando nasce Luiz Henrique Ferreira...
Desde cedo - desde os dois anos de idade, para ser mais exato - Luiz já era alguém que gostava de ler. Ainda bem pequeno, foi colocado na escola com os mesmo dois anos de idade e, a partir daí, então, ele sempre foi tido como um bom aluno.
Durante os ensinos fundamental e médio, algumas frustrações ocorreram, como a primeira "recuperação", 5,5 em História, na 6ª série (2000), e o primeiro (e único) zero, em Física, no 2º colegial (2004). Em ambos os casos, houve a volta por cima: a nota nove em História e o primeiro (e único) dez em Física.
Com a ajuda do cursinho, Luiz se descobriu alguém que gostava de gramática, história e geografia. No começo do ano de 2006, a ideia era prestar um vestibular de Matemática. Ideia, esta, que caiu por terra em pouco tempo, com a brilhante alternativa de prestar Letras, movida pela paixão por línguas estrangeiras.
Contrária a esta paixão, estava a aversão às teorias literárias, altamente subjetivas, e aos estudos de linguística, ainda mais subjetivos. Tudo isso se aliou ao fato de a faculdade estar a 434 quilômetros de São Paulo (UNESP, campus Assis), de a cidade ser monótona e praticamente impossível de se arranjar um emprego.
A única coisa interessante eram a leitura e a produção de textos, que motivaram a escolha pelo curso de Jornalismo na volta à Grande São Paulo, para o ano letivo de 2008. As inscrições para a Fuvest já tinham acabado e a Universidade escolhida foi a Anhembi Morumbi, que possui custos não muito acessíveis.
Para ajudar nas mensalidades, Luiz conseguiu um emprego como professor de inglês, antiga paixão. Na passagem de 2009 para 2010, com várias experiências acadêmicas na área de comunicação, como em TV, rádio, webjornalismo e revista, entre outros, e profissionais na bagagem, Luiz procura um estágio na área de Jornalismo.
A data é o dia dois de dezembro do ano de 2009. A empresa é a AES Eletropaulo e o trabalho da vez é uma autobiografia, que começa em doze de março, de 1988, quando nasce Luiz Henrique Ferreira...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Para a felicidade...
Dois garotos norte-americanos, com vozes engraçadas e caras de tonto fizeram um certo sucesso nos anos 90/2000 na MTV. Originalmente veiculado na emissora dos EUA, o seriado/desenho foi ao ar em terras brasileiras entre 1999 e 2001.
Beavis e Butthead basicamente peidavam, arrotava, davam risadas idiotas e falavam palavrões. O desenho estava longe de ser algo útil e construtivo, portanto.
O programa contava pequenas histórias altamente inteligentes , nas quais os garotos abusavam de suas dificuldades de relacionamento com todos e de sua, já citada, inteligência.
Um bom exemplo, é o episódio no qual Beavis e Butthead resolvem ficar ricos de uma maneira curiosa: tirando cópias em xerox de dinheiro - entenda cédulas e moedas. Obviamente, o plano não dá certo.
Neste e em todos os outros episódios, além da habitual baboseira, algumas pausas são feitas na história e a cena se move para a sala da casa de um deles. Os dois estão de frente para um aparelho de TV que roda clipes dos mais variados estilos da programação da MTV. Os personagens comentam os vídeos com toda a ênfase de seu gosto musical e seu estilo preferido: Rock'n'Roll.
Isso fica evidente pelos nomes de duas banads que estão estampados nas camisetas usadas pelos garotos em todos os episódios: Metallica e AC/DC.
Coincidentemente, ambas as bandas voltam às terras brasileiras após muitos anos. 27 de novembro e 30 de janeiro são as datas preciosas de vestirmos nossos trajes de Beavis e Butthead e esquecermos nossas vidas, apenas trocando a TV pelo palco.
Tudo isso, para a felicidade dos fãs brasileiros de rock, nas figuras de Beavis e Butthead.
Beavis e Butthead basicamente peidavam, arrotava, davam risadas idiotas e falavam palavrões. O desenho estava longe de ser algo útil e construtivo, portanto.
O programa contava pequenas histórias
Um bom exemplo, é o episódio no qual Beavis e Butthead resolvem ficar ricos de uma maneira curiosa: tirando cópias em xerox de dinheiro - entenda cédulas e moedas. Obviamente, o plano não dá certo.
Neste e em todos os outros episódios, além da habitual baboseira, algumas pausas são feitas na história e a cena se move para a sala da casa de um deles. Os dois estão de frente para um aparelho de TV que roda clipes dos mais variados estilos da programação da MTV. Os personagens comentam os vídeos com toda a ênfase de seu gosto musical e seu estilo preferido: Rock'n'Roll.
Isso fica evidente pelos nomes de duas banads que estão estampados nas camisetas usadas pelos garotos em todos os episódios: Metallica e AC/DC.
Coincidentemente, ambas as bandas voltam às terras brasileiras após muitos anos. 27 de novembro e 30 de janeiro são as datas preciosas de vestirmos nossos trajes de Beavis e Butthead e esquecermos nossas vidas, apenas trocando a TV pelo palco.
Tudo isso, para a felicidade dos fãs brasileiros de rock, nas figuras de Beavis e Butthead.
domingo, 18 de outubro de 2009
O fim da confiança provisória
Mantive a minha televisão desligada até a hora em que meu irmão acordou e eu fiz apenas um pedido a ele: "NÃO coloque na Globo, não antes das 14h." Tudo o que eu queria, era não sustentar a tal "mandinga" que mais tarde viraria a chamada "zica", só não para o lado que todos esperavam.
Há 10 minutos da largada, eu estava na Marginal Tietê, em São Paulo, em ritmo de treino, pra fazer volta de poleposition. 14h, quase em ponto, aí sim, a TV estava ligada na Rede Globo.
A corrida tinha tudo pra dar certo. Tinha. Rubens Barrichello largava na primeira posição, enquanto os dois rivais na busca pelo título estavam lá longe, Button em 14º e Vettel em 16º, mas logo na primeira volta, houve uma prévia do que seria o Grande Prêmio do Brasil de 2009.
Adrian Sutil e Jarno Trulli se bateram na pista e quase se bateram fora dela também. Além disso, sobrou para Fernando Alonso, futuro companheiro de Felipe Massa na Ferrari no ano que vem. Com essa brincadeira, Button já estava na 9ª posição quando o Safety Car entrou na pista.
Button atacou, pressionou ultrapassou quem pode e contou com toda a sorte possível - é o que dizem de um campeão, não basta ser bom, sorte também é necessária. Enquanto isso, Barrichello sustentou a primeira posição até ir aos boxes e ser ultrapassado por Marc Webber - com sua vitória minimizada pelo título de Button - e Robert Kubica.
A corrida continuou, o carro do brasileiro só piorava - até o pneu furou - e o título foi ficando cada vez mais distante, ao mesmo tempo que Galvão Bueno colocava fogo em cada ultrapassagem que Jenson Button fazia, torcendo para que algum piloto o tirasse da prova.
A vontade de Galvão não foi realizada. Ele foi obrigado a narrar o título do inglês e a frustração de Rubens Barrichello e do povo brasileiro. Dessa vez, pareciam acreditar nele, mas montagens, piadas e tweets maldosos estão a caminho, pondo um fim à confiança provisória, adquirida no final do campeonato, apenas.
O azar brasileiro foi grande (de novo, basta lembrar do último ano com Felipe Massa) e só restou a Rubens emprestar o seu jato para Button ir comemorar o título na Inglaterra. Agora, basta esperar pelo ano que vem, com Barrichello pela Williams e Massa pela Ferrari.
Só não podemos esperar pela "zica", de novo e nem confiar provisoriamente, de novo.
Há 10 minutos da largada, eu estava na Marginal Tietê, em São Paulo, em ritmo de treino, pra fazer volta de poleposition. 14h, quase em ponto, aí sim, a TV estava ligada na Rede Globo.
A corrida tinha tudo pra dar certo. Tinha. Rubens Barrichello largava na primeira posição, enquanto os dois rivais na busca pelo título estavam lá longe, Button em 14º e Vettel em 16º, mas logo na primeira volta, houve uma prévia do que seria o Grande Prêmio do Brasil de 2009.
Adrian Sutil e Jarno Trulli se bateram na pista e quase se bateram fora dela também. Além disso, sobrou para Fernando Alonso, futuro companheiro de Felipe Massa na Ferrari no ano que vem. Com essa brincadeira, Button já estava na 9ª posição quando o Safety Car entrou na pista.
Button atacou, pressionou ultrapassou quem pode e contou com toda a sorte possível - é o que dizem de um campeão, não basta ser bom, sorte também é necessária. Enquanto isso, Barrichello sustentou a primeira posição até ir aos boxes e ser ultrapassado por Marc Webber - com sua vitória minimizada pelo título de Button - e Robert Kubica.
A corrida continuou, o carro do brasileiro só piorava - até o pneu furou - e o título foi ficando cada vez mais distante, ao mesmo tempo que Galvão Bueno colocava fogo em cada ultrapassagem que Jenson Button fazia, torcendo para que algum piloto o tirasse da prova.
A vontade de Galvão não foi realizada. Ele foi obrigado a narrar o título do inglês e a frustração de Rubens Barrichello e do povo brasileiro. Dessa vez, pareciam acreditar nele, mas montagens, piadas e tweets maldosos estão a caminho, pondo um fim à confiança provisória, adquirida no final do campeonato, apenas.
O azar brasileiro foi grande (de novo, basta lembrar do último ano com Felipe Massa) e só restou a Rubens emprestar o seu jato para Button ir comemorar o título na Inglaterra. Agora, basta esperar pelo ano que vem, com Barrichello pela Williams e Massa pela Ferrari.
Só não podemos esperar pela "zica", de novo e nem confiar provisoriamente, de novo.
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