quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Bugs no trânsito e rodízio na Internet

Por que a cidade de São Paulo tem tanto trânsito?

Demorei apenas duas horas da minha casa até o Mackenzie. Muitos bugs. Fazia muito calor, muito sol e eu deixei meus óculos escuros em casa. Legal.

Cheguei no Mack às 13h30, sendo que a prova começava às 14h00, a tempo pelo menos mas muito cansado.

Fiz a prova numa displicência jamais vista. Nem queria ler as questões e nem pensar nas mesmas. Pelo menos eu fiz o que sabia, as partes de português e inglês - eu achei que sabia geografia e história, mas fui mal nas duas - e chutei o resto sem titubear, alternativa C na cabeça.

Me animei adivinha pra quê?! Pra fazer a redação, é claro. A princípio eu escreveria uma linha ou duas apenas, pra ir embora mais rápido e pronto, sobre o tema proposto: Internet. No entanto, pensei melhor e acabei escrevendo uma coisa mais legal, comparando os meios de comunicação com a grande rede (adoro falar assim). No final, não pude trazer a minha redação comigo pra ser postada por aqui, uma pena.

Bugs, não os comentei na minha redação. Até porque se eu o tivesse feito, precisaria de muito mais argumentos.

Não sou só eu que venho a reclamar da rede nesses últimos dias. Todos reclamam de problemas com Speedy, ou com os browsers mesmo. O que acontece?

O meu querido Mozilla Firefox me falha às vezes, acessando sites somente quando ele, e somente ele, quer. Mas o IE, obviamente, não deixa por menos, afinal é concorrência. Este, não acessa sites nem quando ele mesmo quer. Ainda prefiro o Mozilla, é claro, pelo menos ele tem boa vontade às vezes.

O trânsito na Internet deve estar intenso, não é possível. Muitos dados trafegando por aí, muitos usuários navegando. Maldita inclusão digital - a mesma que eu elogiei na minha redação, toda moeda tem dois lados. (rs)

Adiantaria de alguma coisa um rodízio de usuários?

É claro que não. Se na cidade de São Paulo não adianta com os carros, por que adiantaria com os usuários dos carros que estão em seus serviços ou em suas casas?

E nem dá pra chutar tudo no C com a Internet...

O que fazer?

Relaxa e goza.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Big city nights

Por três semanas seguidas, minhas noites de domingo foram passadas no mesmo lugar, num bar chamado Bleecker St. na Vila Madalena, em São Paulo.

O que eu, um cara que não bebe e nem fuma iria fazer num bar três semanas seguidas?
Eu iria sim, gosto do ambiente "bar", mas esse tem uma atração (e que atração) a mais.

Todos os domingos, às 19h00 e às 21h00, e as segundas, às 21h00, o bar traz como atração um grupo de humoristas de Stand-up comedy, chamado Clube da Comédia.

O grupo é formado por quatro humoristas - Marcela Leal, Danilo Gentili, Rafinha Bastos e Oscar Filho - e o mestre de cerimônias, Marcelo Mansfield. Às vezes eles resolvem chamar algum convidado especial, fato que deixa o show melhor ainda.

Pra quem não sabe, stand-up comedy é um tipo de humor simples, onde o humorista sobe ao palco sem vestir nada engraçado, nem nenhum disfarce. Sobe como ele mesmo, e tem como cenário o nada. Segura um microfone e faz as piadas basicamente sobre o dia-a-dia.

Um humorista de stand-up tem que estar ligado em tudo no mundo e mais, fazer piada com tudo e todos. Não deve ser fácil, mas cá entre nós, é muito engraçado.

Eu recomendo!

Agropecuárias teixeiriiiiiiiiiiiiiiiiiiiinha!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A oitava virtude

Pouca gente já ouviu falar da ordem Demolay.

Tentarei ser breve na explicação: trata-se de uma escola de liderança para jovens do sexo masculino, com idade entre 12 e 21 anos. Visa-se a formação de caráter, por vários meios, como filantropia, juramentos, rituais, etc.

A base da ordem Demolay é o conjunto daquelas que chamamos de "As 7 virtudes cardeais" de um Demolay. À saber: amor filial, reverência pelas coisas sagradas, cortesia, companheirismo, fidelidade, pureza e patriotismo. Como eu disse que seria breve, espero que entendam as virtudes como sendo auto-explicativas.

Prosseguindo, a ordem é patrocinada pela Maçonaria, e não é, repito, NÃO É algo do tipo "Maçonaria júnior". As reuniões Demolays são realizadas nos templos maçônicos e com a presença de alguns maçons, aos quais chamamos de tios, mas não têm nada a ver com reuniões maçônicas.

Faço parte do Capítulo Eduardo Henrique, nº299, da primeira região do estado de São Paulo. O capítulo se localiza em Osasco-SP e tenta se segurar em meio a crises relativamente constantes.
Há alguns meses atrás, nos eventos regionais, éramos vistos como o "Capítulo Fanfarrão". Slogan que foi mudado para "Capítulo Folião" logo após o lançamento - ou o aparecimento na internet - do filme nacional "Tropa de Elite".

Mas enfim, éramos chamados assim e não era à toa, sempre fomos os mais brincalhões, os caras que mais zoavam, enfim, os mais foliões mesmo. Inventamos alguns termos usados pelos outros capítulos da região e alguns dizeres usados entre nós às vezes, como por exemplo, como já dito acima, são sete as virtudes cardeais de um Demolay, no entanto, já chegamos a dizer que deveria existir uma certa oitava virtude às vezes, e a mesma deveria ser ou a "limpeza", ou a "fanfarra", ou, mais recentemente, o "atraso".

Limpeza, por não podermos deixar as bandejas do Burger King nas mesas ao sair do shopping depois de comermos lanches com quantidade grande de hamburgueres - a oitava virtude Demolay poderia ser a fome também, mas isso não vem ao caso comentar agora (rs).

Fanfarra, por toda vez que se juntam alguns Demolays, é garantia de diversão e bagunça, e muita risada. Funny stuff.

Atraso, por estar pra nascer algum evento/cerimônia/reunião Demolay que comece na hora certa, combinada e marcada.

No entanto, no momento que vivemos hoje, a oitava virtude poderia ser uma coisa mais séria.
A briga entre egos e a oposição se revelam mais importantes do que a união e a fraternidade entre os irmãos da ordem.

O termo "panela" deveria ser usado apenas em confraternizações com comida, e não em reuniões ritualísticas e administrativas.

A batalha pelo poder é colocada em primeiro plano. O fato de ter que existir um Mestre pra coordenar as atividades de um capítulo deveria ser considerado necessário, corriqueiro e não uma disputa. A disputa atrai oposição.

A palavra oposição sugere adversidade. Sugere diferenças e superioridade pra um dos lados, independentemente de qual lado seja. E, onde todo mundo é igual e tem os mesmos direitos pela Constituição Demolay, isso não deveria existir.

O bom-senso entra em segundo plano, quando deveria ter uma vela acesa em sua homenagem.
Pronto, a oitava virtude se revela: o bom-senso.

No entanto, não devemos nos esquecer das outras sete, principalmente da quarta, o companheirismo.

ps.: Eu estava com esse texto em mente faz alguns dias, só faltava se revelar a oitava virtude. Meu amigo - e irmão - Marcelo, vulgo Jesus, comentou sobre o bom-senso, que deu corda no meu cérebro aqui pra escrever isso. Obrigado!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Quickie

Um pensamento positivo pode mudar o mundo.
Não acredita?
Pense positivo!

Ménage à trois

Senti saudades de pegar num lápis e escrever num papel. Saudades de escrever, rabiscar, fazer asteriscos, letra feia e desenhos no canto da folha.

O fato de eu estar em casa restringe minha participação sentado escrevendo diretamente no papel. Afinal, já que depois eu vou postar no blog o texto escrito, por que não escrevê-lo diretamente no computador?

O trabalho braçal é, literalmente, menor e a dor no pulso, conseqüentemente, também. Mas mesmo com a dor e tudo, escrever no papel é muito mais interessante.

No entanto, o lápis e o papel não são os amigos perfeitos pra toda e qualquer ocasião. Vivemos numa época turbulenta. Tempos de vestibular de novo.

Lá vem aquela maldita correria atrás de papéis, inscrições, taxas, bancos, estudos e, finalmente, a prova.

O lápis e o papel, de melhores amigos, voltam-se contra você. Já que, ao invés de usá-los para o seu próprio lazer ao escrever e/ou desenhar, você tem que usá-los para outro fim, mais sombrio, obscuro e mais chato: o estudo.

No entanto (de novo), o lápis e o papel (de novo) não me abandonam nunca, nem quando a apostila do Cursinho do ano passado me tenta, me atiça, me convida, me seduz.

Eu, fiel que sou, não traio nenhum dos dois e deixo a apostila na vontade, só me olhando.

Provoco, mas me faço de difícil, sem dar trégua. E continuo a escrever, sem espaço pra mais um na turma. Pobre apostila, sem swing por hoje. Me contento com um ménage à trois.